A Importância do lúdico na educação infantil

A Importância do lúdico na educação infantil – O presente artigo tem como objetivo geral pesquisar a importância do lúdico em sala de aula, analisando a realidade observada numa Instituição de Educação Infantil em São Lourenço do Sul/RS, relacionando-o com o desenvolvimento infantil, avaliando as possibilidades que o mesmo proporciona à construção do conhecimento. Concomitantemente, estabelecendo relações entre os pensamentos dos autores quanto à importância do lúdico, teoria e prática observada.

Utilizou-se como metodologia a pesquisa participante, tendo como ponto de partida a realidade concreta do cotidiano dos próprios participantes e de suas experiências reais. Dessa forma, optou-se pelo diário como instrumento para coleta de dados e a observação participante. Para a análise dos dados, procurou-se fazer uma análise qualitativa dos dados coletados durante observações e descritos no diário, tomando como base os registros reflexivos acerca da temática/problemática deste estudo.

Considerando as informações coletadas, percebeu-se a necessidade de atividades lúdicas dentro da sala de aula, no âmbito da Educação Infantil, visto que as mesmas potencializam e auxiliam no desenvolvimento das crianças, nos diferentes aspectos (cognitivo, físico, psicológico, motor e social).

Comprovou-se que o lúdico é um fator positivo na construção do conhecimento das crianças durante a infância, desenvolvendo nelas a imaginação, raciocínio, criatividade e espontaneidade na construção do sistema de representação (leitura e escrita). Para tanto, é fundamental a reflexão sobre a prática docente no dia-a-dia das instituições de ensino de Educação Infantil, a fim de modificá-la, no que se refere o lúdico.

1. INTRODUÇÃO 

De acordo com Vygotsky (1991), a brincadeira é entendida como atividade social da criança, cuja natureza e origem específicas são elementos essenciais para a construção de sua personalidade e compreensão da realidade na qual se insere.

O educador pode trabalhar os jogos, as brincadeiras, os brinquedos e, para isso acontecer, é necessária a vivência, o sentido, a percepção. O professor precisa saber selecionar as situações importantes dentro da sala de aula, percebendo e sentindo e de que forma irá auxiliar no processo de aprendizagem e desenvolvimento da criança.

O lúdico, ou seja, as brincadeiras, jogos e brinquedos na Educação Infantil são essenciais para o desenvolvimento das crianças, pois são atividades primárias, as quais trazem benefícios nos aspectos físico, intelectual e social. Brincando, a criança desenvolve a identidade e a autonomia, assim como a capacidade de socialização, através da interação e experiências de regras perante a sociedade.

O foco deste projeto volta-se a crianças com cinco anos de idade, as quais se encontram na Educação Infantil, sendo esta uma fase que merece atenção especial por parte dos adultos. No contexto do presente projeto, observaram-se as atividades desenvolvidas dentro da sala de aula, através do lúdico, brincadeiras e brinquedos disponibilizados para as crianças. Durante o desenvolvimento deste projeto, foi possível identificar e reconhecer se os educadores estão preparados e conscientes da importância de trabalhar o brincar dentro da sala de aula.

Valorizar o lúdico durante os processos de ensino significa considerá-lo na perspectiva das crianças, sendo vivido na sala de aula como algo espontâneo, permitindo-lhes sonhar, fantasiar, realizar desejos e viver como crianças de verdade.

Entre os autores abordados durante o projeto está Ivanise Meyer. A mesma salienta a necessidade de trabalhar com projetos envolvendo o brincar na Educação Infantil, servindo de referência para os profissionais da educação, reconhecer a criança como cidadã de pouca idade, a qual tem uma história que precisa ser ouvida e uma experiência a ser olhada no aqui e agora. O brincar faz parte da vida da criança, do seu dia-a-dia, considerando que durante o brincar ela aprende e gasta energia, brincando por puro prazer, para ocupar o tempo, e o ambiente escolar deve ser transformado num espaço cheio de prazer, utilizando atividades direcionadas ao brincar.

Vygotsky (1991) salienta que a brincadeira apresenta três características: a imitação, a regra e a imaginação, presentes em todos os tipos de brincadeiras, podendo ser de faz-de-conta, tradicional ou outra atividade lúdica.

Seguindo o pensamento do autor abaixo, 

[…] por volta dos cinco anos, então, brincar, construir e expressar-se podem ser uma coisa só: a criança constrói cenas, objetos, cenários para sua brincadeira enquanto está se auto-expressando, verbalmente e de outras formas também, imaginárias ou simbólicas. (MACHADO, 2001, p. 51).

A criança que brinca pode ser mais feliz, realizada, espontânea, alegre, comunicativa, entre outras características positivas que auxiliam no desenvolvimento infantil, podendo torná-la assim um ser mais humano, cooperativo e sociável. Nesse sentindo, consideramos necessário buscar saber qual a importância do brincar na construção do conhecimento na Educação Infantil? Tendo como objetivo geral pesquisar sobre a importância do lúdico dentro da sala de aula com crianças de cinco anos de idade.

Na perspectiva desta análise, estabelecem-se como objetivos específicos: Relacionar o lúdico com o desenvolvimento infantil; analisar as possibilidades proporcionadas através do lúdico na construção do conhecimento durante o desenvolvimento infantil e estabelecer relações entre os pensamentos dos autores quanto à importância do lúdico, teoria e a prática observada.

2. O LÚDICO E O DESENVOLVIMENTO INFANTIL 

Por que trabalhar com o lúdico na Educação Infantil? Atualmente, toda criança necessita e tem o direito de brincar, onde o lúdico tem relevância no desenvolvimento infantil, pois o brincar é uma atividade importante no período da infância, e pode estar perdendo o seu espaço para atividades relacionadas e dirigidas ao processo de alfabetização, visto ser o objetivo principal das escolas. A autora Flavia de Barros (2009), em sua obra “Cadê o brincar? Da Educação Infantil para o Ensino Fundamental”, após realizar várias pesquisas, nos faz refletir através de suas palavras:

Percebeu-se a grande preocupação dos professores, especialmente no final da Educação Infantil, em antecipar a alfabetização da criança, reduzindo seus espaços de brincar. Diante dessa realidade, sentiu-se a necessidade de aprofundar estudos na área. (BARROS, 2009, p.35).

O que podemos pensar sobre as palavras acima? É preocupante o fato de que as crianças possam estar perdendo um tempo precioso que é a infância, o tempo de brincar, para realizar atividades que envolvem somente a alfabetização. É preciso que os educadores trabalhem mais as brincadeiras, os jogos, a coordenação motora, realizando um trabalho pedagógico mais centrado na infância, em suas especificidades, beneficiando as crianças e contribuindo para uma formação que as considere como sujeitos relevantes do processo de aprendizagem.

A autora Gisela Wajskop (1995), em seu artigo “O Brincar na Educação Infantil”, também aborda a questão do uso dos materiais didáticos, brinquedos pedagógicos e atividades lúdicas de ensino e alfabetização, fazendo-nos refletir sobre esse assunto importante dentro da sala de aula.

Assim, a maioria das escolas tem didatizado a atividade lúdica das crianças, restringindo-a a exercícios repetidos de discriminação visomotora e auditiva, mediante o uso de brinquedos, desenhos coloridos e mimeografados e músicas ritmadas. Ao fazer isso, bloqueia a organização independente das crianças para a brincadeira, infantilizando-as, como se sua ação simbólica servisse apenas para exercitar e facilitar (para o professor) a transmissão de determinada visão do mundo, definida a priori pela escola. (WAJSKOP, 1995, p.64).

A citação acima nos faz pensar sobre o devido uso dos materiais pedagógicos com fins lúdicos, com os quais podemos desenvolver um trabalho envolvendo as brincadeiras, deixando as crianças se expressarem espontaneamente, auxiliando no desenvolvimento cognitivo, afetivo, social e motor das mesmas.

O brincar nas escolas de Educação Infantil ajuda a construir o conhecimento, promovendo momentos onde as crianças expressam diferentes sentimentos, realizando atividades lúdicas que visam melhorar sua socialização, vivenciando situações de trabalho em equipe e respeito. Segundo o artigo “O Lugar do Brincar na Educação Infantil”, de Tânia Fortuna (2011), publicado na Revista Pátio, a interação criança-criança durante a brincadeira é fundamental, mas a interação da criança com o educador também é importante, tendo em vista que a presença do educador na brincadeira é agregadora e estimulante, pois brincando junto o educador irá mostrar como se brinca.

O educador precisa estar sempre informado e atualizado sobre quais as vantagens do lúdico, e saber qual a melhor maneira de abordar e desenvolver as atividades lúdicas dentro da sala de aula. São poucas as pessoas que sabem a importância do lúdico no desenvolvimento das crianças, e que através dele as crianças irão adquirir experiências e desenvolverão o conceito próprio sobre o contexto em que estão inseridas. Cabe ao professor refletir sobre a forma com que o brincar interfere no desenvolvimento pleno da criança.

Devemos entender que o lúdico é um facilitador no processo de ensino-aprendizagem, levando em consideração esse fato, fazendo com que as brincadeiras proporcionem prazer para as crianças, não sendo uma obrigação realizar as atividades lúdicas somente com o objetivo da alfabetização.

2.1 Desenvolvimento e aprendizagem através do lúdico na Educação Infantil 

Toda criança tem direito de brincar, e desde pequenas estas já se encontram no âmbito escolar, dentro de uma sala de aula, sendo esse um dos motivos de citar a importância das reflexões e estudos sobre o brincar na Educação Infantil.

O ser humano encontra-se inserido numa sociedade informatizada e informativa, necessitando de pessoas capazes de criarem as próprias opiniões, seres ativos, dinâmicos, responsáveis pelos seus atos, e o lúdico é um grande auxiliar no desenvolvimento cognitivo, físico, afetivo, entre outros aspectos. Durante o processo de desenvolvimento das crianças, a família deve estar sempre presente, visto que “escola e família não se excluem, se completam” (MEYER, 2008, p. 44) e assim a criança sente-se mais segura durante a realização das atividades na escola.

Quando a criança brinca, ela é espontânea, livre e na Educação Infantil encontramos um papel social que é “valorizar os conhecimentos que as crianças possuem e garantir a aquisição de novos conhecimentos” (MEYER, 2008, p. 44), ou seja, através das brincadeiras as crianças estarão assimilando novas ideias e novos conceitos. A criança não é um adulto em miniatura, ela possui características próprias que merecem ser respeitadas. O educador precisa estar sempre se atualizando para poder desenvolver um trabalho que contemple as diversas necessidades das crianças que, na verdade, são cidadãos com pouca idade, mas produtoras de história e cultura.

Na Educação Infantil, o lúdico é importante para o crescimento das crianças, inclusive intelectualmente, pois as brincadeiras trazem consigo “um brincar compromissado com a qualidade de vida da criança” (MEYER, 2008, p. 22), sendo que os educadores serão responsáveis por elas naquele determinado ambiente e estarão empenhados na valorização do ser humano.

A brincadeira é importante para o desenvolvimento social e psicológico, é através dela que a criança pode expressar os seus sentimentos em relação ao mundo social. A criança consegue viver e reconhecer a realidade através das diferentes brincadeiras existentes, e quanto mais ela brinca, maior será o desenvolvimento sob os diferentes aspectos, até mesmo corporal.

As atividades com jogos auxiliam no desenvolvimento da imaginação, simulação e estratégias, e quando as situações são planejadas por profissionais possuem o objetivo de proporcionar para a criança a construção de novos conhecimentos e/ou novas habilidades, “brincar é uma linguagem, é a nossa primeira forma de cultura” (MEYER, 2008, p. 33), ou seja, todos nós brincamos um dia, e sinceramente, deveríamos ter um pouco de criança “dentro” de nós, visto que facilitaria no momento de trabalhar com as crianças, iríamos compreendê-las com mais facilidade.

Vygotsky (1991, p. 134) faz uso das palavras de Montessori, quando relata que “o jardim de infância é o lugar apropriado para o ensino da leitura e da escrita”, mas que estas descubram as respectivas habilidades durante as situações de brinquedo.

A criança age espontaneamente durante as brincadeiras, e o autor abaixo acrescenta que: 

Uma criança não se comporta de forma puramente simbólica no brinquedo; ao invés disso, ela quer e realiza seus desejos, permitindo que as categorias básicas da realidade passem através de sua experiência. A criança, ao querer, realiza seus desejos. Ao pensar, ela age. As ações internas e externas são inseparáveis; a imaginação, a interpretação e a vontade são processos internos conduzidos pela ação externa. (VYGOTSKY, 1991, pg. 78).

Sabemos que existe um grande número de brincadeiras, brinquedos e jogos nas diversas culturas, podendo variar de acordo com a região, e através destas as crianças aprendem a colaborar umas com as outras, respeitando as regras impostas, desenvolvendo e explorando as capacidades físicas, as emoções, sentimentos e afetos.

Segundo Vygotsky, “a essência do brinquedo é a criação de uma nova relação entre o campo do significado e o campo da percepção visual, ou seja, entre situações no pensamento e situações reais” (VYGOTSKY, 1991, p. 81).

Através do brincar, as crianças aprendem de maneira espontânea, sem pressão ou medo de errar, sentindo prazer pela aquisição de novos conhecimentos, desenvolvem a sociabilidade, fazendo amigos, aprendendo e convivendo respeitando o direito dos outros e normas estabelecidas. Quando as crianças estão brincando, estas aprendem a participar das atividades, sem visar recompensa ou temer um castigo, fazendo algo criativo e inteligente.

Meyer (2008, p.39) nos faz refletir através de suas palavras “o brinquedo enquanto objeto, é suporte da brincadeira, é o material que permite fluir o imaginário infantil”, a criança estará no meio da reprodução, preparando-se para o futuro, através de experimentações ao seu redor, dentro dos seus limites, buscando um sentido para a sua vida.

O brincar é uma das atividades principais do período da infância. Nesse contexto, surge uma pergunta: Os professores estão realmente preocupados com essa questão? Se não estão, precisam começar a pensar sobre o assunto, tendo em vista que uma das propostas de ensino na Educação Infantil é “atender as crianças de maneira que se respeitasse à infância, com suas especificidades e singularidades” (BARROS, 2009, p.52), ou seja, desenvolver um trabalho proporcionando momentos de experiências, onde os educadores assumam a criança como um ser ativo no processo de ensino e aprendizagem.

Ainda de acordo com a mesma autora, o momento do brincar deve: 

[…] ser percebido como uma atividade essencial e potencializadora do desenvolvimento, e que proporciona à criança durante seu processo a capacidade de ler o mundo adulto, opinando e criticando-o. (BARROS, 2009, p.54-55).

As palavras brinquedo e lúdico são colocadas lado a lado, e nesse momento começam as reflexões para identificar quais as ligações delas com a vida das crianças. Vários autores acreditam que o brinquedo e a atividade lúdica são essenciais para a educação inicial, valorizam os blocos de construção, a utilização de histórias, fábulas e o contato das crianças com a natureza. Assim como os jogos sensoriais, de linguagem e matemáticos, o material dourado, entre outros.

Conforme a autora supracitada, atualmente, os educadores devem refletir que: 

O brincar contribui para o processo de formação da subjetividade do indivíduo, considerando que somos formados por nossas experiências sociais, pelo contato com os objetos da cultura, durante nossa história de vida. (BARROS, 2009, p.100).

É importante salientar que o brincar deve surgir do referencial das próprias crianças, da iniciativa delas, sendo que “o próprio processo de brincar já possibilita a construção do conhecimento sobre o mundo, oportunizando leituras sobre ele” (BARROS, 2009, p.182), prevalecendo às brincadeiras do jogo simbólico, o contar histórias, brincadeiras tradicionais, sendo atividades que auxiliam no desenvolvimento das crianças.

Durante o período da Educação Infantil, a criança adquire diversos conhecimentos, desenvolve várias habilidades, tendo o auxílio das atividades lúdicas, sendo estas entendidas como situações e/ou momentos em que as crianças expressam diferentes sentimentos, melhoram a socialização entre as outras, vivenciando momentos de trabalho em equipe, de maneira lúdica e prazerosa. São motivadas a ultrapassar os próprios limites, lembrando que, segundo Ferreira (2011), a criança enquanto cria, desenvolve além de outros fatores, o pensamento crítico.
O educador precisa pesquisar e estar atento às necessidades das crianças para conseguir selecionar materiais adequados, que despertem nelas o interesse, favorecendo-lhes a criatividade, introduzindo personagens e situações novas, tornando o jogo mais rico, aumentando novas possibilidades de aprendizagem.

Conforme Ferreira (2011) aborda em seu artigo, a grande maioria das aquisições das crianças é conquistada através do brinquedo, sendo aquisições que auxiliam no desenvolvimento intelectual das crianças durante a infância, refletindo em suas vidas quando adultos.

É importante salientar que o brincar deve surgir do referencial das próprias crianças, da iniciativa delas, sendo que “o próprio processo de brincar já possibilita a construção do conhecimento sobre o mundo, oportunizando leituras sobre ele” (BARROS, 2009, p.182), prevalecendo às brincadeiras do jogo simbólico, o contar histórias, brincadeiras tradicionais, sendo atividades que auxiliam no desenvolvimento das crianças.

Durante o período da Educação Infantil, a criança adquire diversos conhecimentos, desenvolve várias habilidades, tendo o auxílio das atividades lúdicas, sendo estas entendidas como situações e/ou momentos em que as crianças expressam diferentes sentimentos, melhoram a socialização entre as outras, vivenciando momentos de trabalho em equipe, de maneira lúdica e prazerosa. São motivadas a ultrapassar os próprios limites, lembrando que, segundo Ferreira (2011), a criança enquanto cria, desenvolve além de outros fatores, o pensamento crítico.
O educador precisa pesquisar e estar atento às necessidades das crianças para conseguir selecionar materiais adequados, que despertem nelas o interesse, favorecendo-lhes a criatividade, introduzindo personagens e situações novas, tornando o jogo mais rico, aumentando novas possibilidades de aprendizagem.

Conforme Ferreira (2011) aborda em seu artigo, a grande maioria das aquisições das crianças é conquistada através do brinquedo, sendo aquisições que auxiliam no desenvolvimento intelectual das crianças durante a infância, refletindo em suas vidas quando adultos.

2.2 Jogo, Brincadeira e Brinquedo 

Oliveira e Silva (2007) abordam em seu artigo “O Lúdico e suas Múltiplas Derivações na Realidade da Educação Infantil”, o conceito de brinquedo, brincadeira e jogo, salientando que são palavras difíceis de definir, pois brinquedo dá a ideia de objeto, brincadeiras, é o ato de brincar, e o jogo é a brincadeira atribuída de regras. Esses conceitos são importantes e os educadores precisam saber, pois podem servir de auxílio no desenvolvimento das atividades.

Através de várias leituras e pesquisas entende-se que os brinquedos são os suportes das brincadeiras, onde as crianças podem reproduzir e substituir objetos reais para que possam manusear. O brinquedo é uma ação livre, possibilita o uso da imaginação, a confiança, o autocontrole, a cooperação, oferecendo estabilidade emocional, e hoje em dia a infância é um assunto bastante discutido entre os profissionais da educação “que reconhecem o papel do brinquedo no desenvolvimento e na construção do conhecimento infantil” (OLIVEIRA e SILVA, 2007, p. 102).

O termo brincadeira é mais livre do que o jogo, tendo um fim próprio e realizando apenas com um elemento, enquanto o jogo possui regras, sendo utilizado como meio para chegar a um fim, envolvendo dois ou mais participantes. Através da brincadeira, a criança vê e constrói seu mundo, assim como expressa o que tem dificuldade de colocar em palavras.

Quando a criança imita, tenta compreender o mundo, podendo ressignificá-lo e apropriar-se das normas de comportamento das demais pessoas, pois no momento que ela assume um papel, imita o comportamento do adulto que observa em seu contexto.

As autoras supracitadas acreditam que o jogo envolve regras, as quais se originam da própria situação imaginária, mesmo não sendo estabelecidas formalmente. Os jogos, quando utilizados na Educação Infantil, auxiliam e potencializam a aprendizagem, a capacidade de iniciação e a ação ativa e motivadora. É importante salientar que, no momento em que as crianças brincam, estas aprendem e tudo que adquirem é de grande valor.

A sociedade na qual estamos inseridos é complexa, e cabe ao adulto desenvolver uma visão crítica consciente, proporcionando diversas possibilidades de desenvolvimento para as crianças, sem que elas se sintam excluídas, visto que “brincar é viver criativamente no mundo. Ter prazer em brincar é ter prazer em viver” (MACHADO, 2001, p.27), ou seja, a criança se exercita brincando, situando-se frente ao mundo que a cerca.

Segundo Meyer (2008, p.22), “A Educação Infantil é um espaço de brincar, sim, mas repleto de situações que só podem ser vivenciadas na escola”. O espaço da escola deve proporcionar às crianças momentos de prazer e alegria, conforto e tranquilidade, fazendo com que a criança se sinta feliz de estar ali juntamente com os colegas e professores.

Fortuna (2000), em seu artigo “Sala de aula é lugar de brincar?”, aborda a questão do jogo como sendo uma aprendizagem com prazer, e o prazer está naquilo que o caracteriza: a espontaneidade, interatividade, desafio, mistério e surpresa.

A questão da aprendizagem com prazer é importante de ser salientada na educação infantil, visto que as crianças estão num ambiente escolar onde necessitam de brincadeiras e jogos realizados de forma livre e espontânea, onde a mesma possa ser o principal personagem. Dessa forma, o uso da criatividade é fundamental para que o professor, sendo o mediador neste processo, desenvolva um trabalho de qualidade e que sejam capazes de brincar com as crianças.

3. METODOLOGIA 

Partindo dos estudos realizados por Brandão (1985), optamos pela pesquisa participante como procedimento metodológico, pois se trata de um enfoque de investigação social, através do qual se busca plena participação da comunidade na análise da própria realidade, promovendo a participação social para o benefício dos participantes da investigação.

Considera-se que a pesquisa participante deve partir da realidade concreta do dia-a-dia dos próprios participantes e de suas experiências reais. Assim, foi possível desenvolver um trabalho contextualizando os processos, as estruturas, as organizações e os diferentes sujeitos, ou seja, as crianças, os educadores da escola e a prática durante o estágio supervisionado. Além de poder compreender e participar na transformação da realidade, a partir das relações estabelecidas dentro do contexto analisado.

Segundo Meyer (2008, p.22), “A Educação Infantil é um espaço de brincar, sim, mas repleto de situações que só podem ser vivenciadas na escola”. O espaço da escola deve proporcionar às crianças momentos de prazer e alegria, conforto e tranquilidade, fazendo com que a criança se sinta feliz de estar ali juntamente com os colegas e professores.

Fortuna (2000), em seu artigo “Sala de aula é lugar de brincar?”, aborda a questão do jogo como sendo uma aprendizagem com prazer, e o prazer está naquilo que o caracteriza: a espontaneidade, interatividade, desafio, mistério e surpresa.

A questão da aprendizagem com prazer é importante de ser salientada na educação infantil, visto que as crianças estão num ambiente escolar onde necessitam de brincadeiras e jogos realizados de forma livre e espontânea, onde a mesma possa ser o principal personagem. Dessa forma, o uso da criatividade é fundamental para que o professor, sendo o mediador neste processo, desenvolva um trabalho de qualidade e que sejam capazes de brincar com as crianças.

3. METODOLOGIA 

Partindo dos estudos realizados por Brandão (1985), optamos pela pesquisa participante como procedimento metodológico, pois se trata de um enfoque de investigação social, através do qual se busca plena participação da comunidade na análise da própria realidade, promovendo a participação social para o benefício dos participantes da investigação.

Considera-se que a pesquisa participante deve partir da realidade concreta do dia-a-dia dos próprios participantes e de suas experiências reais. Assim, foi possível desenvolver um trabalho contextualizando os processos, as estruturas, as organizações e os diferentes sujeitos, ou seja, as crianças, os educadores da escola e a prática durante o estágio supervisionado. Além de poder compreender e participar na transformação da realidade, a partir das relações estabelecidas dentro do contexto analisado.

A pesquisa foi realizada na Escola Municipal de Educação Infantil Mundo Mágico, localizada na cidade de São Lourenço do Sul/RS. As crianças atendidas na escola são de classe média baixa, onde a maioria dos pais trabalha durante o dia para o seu sustento de casa. Os sujeitos desse estudo foram alunos da turma do Jardim B, com idade entre cinco e seis anos.

Para a coleta de dados, utilizamos a observação participante e o diário, durante o estágio supervisionado na Educação Infantil, considerando a importância e o sentido do diário dentro do contexto educacional,

[…] é se tornar um espaço narrativo dos pensamentos dos professores. O que se pretende explorar por meio do diário é, estritamente, o que figura nele como expressão da versão que o professor dá de sua própria atuação em aula e da perspectiva pessoal da qual a enfrenta. (ZABALZA, 2004, p. 41).

Considerando que este trabalho realizou-se no decorrer da prática do estágio supervisionado na Educação Infantil, o diário constituiu-se como um elemento fundamental para a reflexão da prática pedagógica do educador.

Procurou-se fazer uma análise qualitativa dos dados coletados durante observações e descritos no diário, tomando como base os registros reflexivos acerca da temática/problemática deste estudo.

4. RESULTADO E DISCUSSÃO DE DADOS 

Através deste estudo, buscamos pesquisar sobre a importância do lúdico dentro da sala de aula com crianças de cinco anos de idade. Ficou evidenciado a partir dos dados, no que diz respeito às possibilidades do trabalho com o lúdico na construção do conhecimento durante o desenvolvimento infantil, que a questão da interação e socialização é essencial na fase da infância.

Quanto à relação do lúdico com o desenvolvimento infantil, este traz contribuições para aprendizagem, a criança se torna mais espontânea, comunicativa, afetiva, criativa, assimilando novos conceitos, sendo fatores positivos para prosseguir o processo educativo. Percebemos que a contação de histórias com o uso de personagens durante um determinado dia no estágio foi muito interessante:

[…] deixei as crianças explorarem os brinquedos que eu tinha confeccionado para serem os personagens da história (pipa, barco, livro, tambor, cubos, coelhinho, ioiô) todos eles coloquei os olhinhos, a boca e o nariz, ficou bem legal. As crianças começaram a usar a sua imaginação brincando com os personagens. (HAX, 30/08/2011).

Foi possível fazer a relação dos pensamentos dos autores quanto à importância do lúdico no contexto infantil. De acordo com os mesmos, a oportunidade das crianças explorarem os brinquedos e fazerem uso da sua imaginação é primordial na fase de desenvolvimento infantil.

Segundo Fortuna (2000), brincando a criança desenvolve a imaginação e a criatividade durante a infância, sendo esta um período de extrema importância na vida dos seres humanos.
Em conformidade com a prática, acreditamos que atividades significantes devem ser criadas, as quais despertem o interesse, estimulem a criatividade, os momentos de linguagem oral e imaginação das crianças.

Inferimos que “brincar de casinha” é interessante e significativo para as crianças. Para tanto, observemos o registro a seguir: 

A atividade proposta para a aula de hoje era de brincar de casinha e as crianças montarem, confeccionarem os objetos para a casa, levamos para o salão de festas os “móveis” da casinha, armário, geladeira, fogão e micro-ondas, ambos confeccionados com material reciclável, a mesa, cama, pia entre outros móveis que fazem parte de uma casa, improvisamos no momento da brincadeira.

As crianças adoraram e dividimos a turma em dois grupos, seis crianças eram os meus filhos e os outros seis eram filhos da professora Ida, morávamos na mesma casa, e as crianças começaram a imaginar e participar da brincadeira. Durante o brincar íamos explorando vários assuntos importantes, como a higiene, as crianças tinham que fazer de conta que estavam tomando banho, escovando os dentes, em seguida dar bom dia para a mãe, tia, irmãos e primos, enfim vários assuntos do nosso dia-a-dia sendo abordados durante a brincadeira, como o respeito pelo próximo, não brigar, saber dividir com o colega. (HAX, 01/09/2011).

De acordo com essas práticas, a brincadeira de faz-de-conta possibilita às crianças usarem a imaginação. Embora elas se desliguem do mundo real, mantêm um vínculo com o mesmo, pois, através das atividades lúdicas, conseguem reelaborar as vivências do dia-a-dia, por exemplo, os hábitos de higiene, o respeito pelo próximo, a socialização e a interação.

A questão de deixar as crianças confeccionarem os próprios brinquedos é fundamental para a aprendizagem, uma vez que estão criando algo próprio, sentindo-se valorizadas com seu trabalho, auxiliando-as no desenvolvimento psicológico. Desta maneira devem-se proporcionar momentos que estimulem a sua criatividade, sendo que a criança estará participando ativamente do meio no qual está inserido, ressaltando as suas habilidades e potencialidades que estarão se formando, tornando assim um indivíduo mais consciente no futuro, formando a sua opinião própria.

Nesse momento, foi possível fazer a relação dos pensamentos dos autores quanto à importância do lúdico no contexto infantil. Segundo a autora Tânia Fortuna (2011) aborda em seus estudos, a questão da interação das crianças entre elas é fundamental, mas a interação com o educador durante a brincadeira auxilia no processo de desenvolvimento infantil, visto que a presença do professor pode oferecer mais segurança e estímulo junto às brincadeiras tornando-as mais prazerosas. Observemos o seguinte fragmento do diário:

[…] Fomos dar uma volta pelo pátio da escola, fazendo de conta que estávamos no centro, tínhamos que andar de duplas, um cuidando do outro, tendo o cuidado ao atravessar as ruas por causa dos veículos, obedecerem à mãe (no caso que eram as professoras que iam junto com as crianças). São muitos os detalhes que podemos abordar durante uma brincadeira com as crianças, tendo em vista que através do brincar a criança está se desenvolvendo, não brincando simplesmente só por brincar, está aprendendo muitas vezes imitando os adultos. (HAX, 01/09/2011).

Compreendemos que o educador precisa assumir diferentes posturas frente às brincadeiras. Em determinado momento, ele pode ser um simples observador, um organizador, um personagem e também o mediador entre as crianças e o conhecimento.

Através dos estudos no decorrer do curso até o momento, inferimos que Vygotsky (1991) acredita que o brinquedo auxilia no desenvolvimento cultural das crianças, antecipando o seu desenvolvimento, pois acabam se projetando nas atividades adultas de cultura. E nesse momento, a criança está formando as suas habilidades para participar ativamente como um ser social perante a sociedade na qual está inserida.

Outro aspecto que merece ser destacado relaciona-se ao fato das crianças escolherem as próprias brincadeiras, sozinhas ou em grupo. Elas não brincam do mesmo modo, existem algumas que demoram a entrar na brincadeira, outras já são completamente o inverso, algumas preferem brincar calmamente, outras preferem atividades mais agitadas e barulhentas. De acordo com o fragmento do registro “as crianças brincaram livremente no pátio da escola, com os seus cavalos fazendo de conta que estavam em um rodeio, estava bem divertida a brincadeira, pulavam, corriam, desenvolvendo as suas habilidades físicas” (HAX, 08/09/2011).

Isso acontece porque os educadores têm consciência da importância da criança realizar as escolhas acerca dos objetos, espaços e companheiros para brincar, visto que durante essas escolhas estão contando sobre seus desejos, capacidades, medos e potencialidades.
Sabemos que existem muitas pessoas, pais, enfim, que pensam que as crianças estão na Educação Infantil brincando somente por brincar. Todavia, estão completamente enganadas. A questão dos jogos com regras foi trabalhada durante o estágio supervisionado e pode ser notado no registro a seguir:

[…] fomos desenvolver a corrida maluca, mas ao invés de fazer uso dos cavalos de garrafa pet, pegamos as bolas de basquete e em cima de um capacete de plástico, as crianças utilizando uma mão só teriam que realizar um percurso correndo, não deixando a bola cair, a brincadeira foi desenvolvida em duplas, quem fosse mais rápido ganharia a prova. No início algumas crianças não queriam participar, pois estavam somente nos brinquedos da pracinha da escola, novamente precisei chamar todos para conversar, fazendo com que compreendessem que iríamos primeiro fazer uma atividade depois poderiam brincar livremente. E no final, acabaram gostando e começamos a fazer outra brincadeira, as crianças queriam jogar basquete fazendo do capacete a cesta, eu segurei o capacete enquanto as crianças formaram uma fila e tentavam fazer cesta. Adoraram as brincadeiras e nem viram o tempo passar, chegando a hora do almoço. (HAX, 14/09/2011).

De acordo com essas situações, notou-se que, em um primeiro momento, algumas das crianças não queriam jogar com regras, mas livremente, tanto que preferiram os brinquedos da pracinha ao invés de jogar com a bola de basquete. Foi necessária uma conversa para que compreendessem a importância de realizar determinada atividade.

Buscando relacionar a prática desenvolvida durante o estágio supervisionado e o pensamento dos autores, abordamos os estudos do suíço Jean Piaget, o qual foi um grande defensor do lúdico no desenvolvimento infantil, e considerava o jogo um elemento coadjuvante no processo evolutivo da criança e sua socialização, além de essencial na vida do ser humano.

Segundo os autores Jean Piaget e Bärdel Inhelder (2001), os jogos são transmitidos socialmente de criança para criança, e a compreensão plena dos jogos com regras acontece de maneira gradual, cooperativa, por volta dos onze a doze anos. Assim, as crianças passam a entender as regras, as quais podem ser alteradas, mas nunca ignoradas, pois são partes essenciais no jogo, auxiliando o ser humano a assimilar, podendo, com isso, transformar a sociedade.

Conforme os autores supracitados, os mesmos salientam que a imaginação é o reino próprio da infância repleta de movimentos espontâneos e criativos, tendo como protagonistas as próprias crianças. Durante todas as pesquisas e leituras realizadas, compreendemos que a infância é um período de extrema importância na vida do ser humano, no qual encontraremos indivíduos com identidade própria, desenvolvendo o que realmente querem fazer nesse momento.

De acordo com as situações observadas e registradas durante o período do estágio supervisionado, constatamos que o brincar na Educação Infantil é de extrema importância no desenvolvimento das crianças. Tendo em vista a formação do ser humano, a aquisição das diferentes habilidades, potencialidades, bem como o desenvolvimento pleno das mesmas, nos aspectos motores, físicos e psicológicos, podendo refletir futuramente em suas vidas.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS 

Concluímos que, através dos estudos e da prática observada e vivenciada juntamente com a turma do Jardim B, da escola mencionada neste artigo durante o estágio supervisionado, o lúdico é essencial para o desenvolvimento das crianças, em todos os aspectos, pois as atividades lúdicas são consideradas como um espaço positivo à promoção do aprender, sendo mais atraentes para as crianças.

A infância é uma das fases na qual a criança está começando a desenvolver suas habilidades e potencialidades. Portanto, torna-se importante proporcionar-lhes momentos prazerosos e educativos, envolvendo brincadeiras, jogos, brinquedos, contação de histórias, faz-de-conta, fazendo com que ela sinta-se livre para que possa usar a imaginação.

As crianças que participam dos momentos lúdicos desenvolvem-se de maneira mais espontânea e ativa perante a sociedade na qual estão inseridas. Na visão de Vygotsky (1991), os brinquedos didáticos e os jogos de faz-de-conta auxiliam no desenvolvimento dos movimentos finos e amplos do corpo, bem como levam a criança a vivenciar diversas funções intelectuais (velocidade, equilíbrio, cálculo), além do trabalho em grupo, cooperativo.

Na visão de Piaget e Inhelder (2001), o lúdico incentiva a criança a agir de maneira ativa, reflexiva, questionadora, curiosa, torna-a um ser social, que cria e respeita as regras impostas pela sociedade, tendo em vista diversas brincadeiras e jogos que representam uma situação-problema. Sendo esta resolvida pela criança, em que a mesma descobre a solução de forma criativa e inteligente, possibilitando-lhe o desenvolvimento intelectual.

Sendo assim, trabalhar com o lúdico é importante na construção do conhecimento na Educação Infantil, uma vez que auxilia no desenvolvimento da imaginação, do raciocínio, da criatividade. Da mesma forma, na construção do sistema de representação, envolvendo a aquisição da leitura e escrita, visando à formação dos aspectos motor, cognitivo, físico e psicológicos das crianças. Esse artigo abordou o lúdico em sala de aula, procurando incentivar a reflexão dos educadores junto à Educação Infantil, esperando contribuir, de forma positiva, com as práticas docentes.

6. REFERÊNCIAS 

BRANDÃO, Carlos R. Repensando a Pesquisa Participante. São Paulo, Brasiliense, 1985.
___________________. Pesquisa Participante. São Paulo. Brasiliense, 1986.

BARROS, Flávia Cristina Oliveira Murbach de. Cadê o Brincar? : da Educação Infantil para o Ensino Fundamental. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009.

FERREIRA, Rosalina Gomes. A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EUCAÇÃO INFANTIL. Disponível em: <http://www.webartigos.com/artigos/a-importancia-de-brincar-na-educacao-infantil/11903/>. Acesso em: 20 de abr. de 2011.

FORTUNA, Tânia Ramos. O Lugar do brincar na Educação Infantil. Revista Pátio Educação Infantil, Ano IX, n. 27, p. 08-10, abr./jun. 2011.


_____________________. Sala de Aula é Lugar de Brincar?. In: XAVIER, M.L. M. e DALLA ZEN, M. I. H. (org) Planejamento em destaque: análises menos convencionais. Porto Alegre: Mediação, 2000. (Cadernos de Educação Básica, 6) . 147-164.

HAX, Cristiane S. A. Diário do Estágio Supervisionado na Educação Infantil. 2011.

MEYER, Ivanise Corrêa Rezende. Brincar e Viver: Projetos em Educação Infantil. 4ª. Ed. Rio de Janeiro: WAK, 2008. 148p.; 21cm.

MACHADO. Marina Marcondes. O Brinquedo-sucata e a criança. 4ª. Ed. São Paulo: LOYOLA, 2001.

OLIVEIRA, Sandra Regina Nardis de; SILVA, Renata. O Lúdico e suas Múltiplas Derivações na Realidade da Educação Infantil. Revista de Divulgação Técnico-Científica do ICPG, Vol. 3 n. 10, P. 101-105, jan./jun. 2007.

PIAGET, J. A formação do símbolo na criança. 2. ed., Rio de Janeiro: Zahar, 1975a.

PIAGET, Jean; INHELDER, Bärdel. A Psicologia da criança. 17ª. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.

SOARES. Liliana Ferreira. Pesquisa em Educação IV: Projeto. UAB: UFSM, 2010.

SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 22ª. Ed. São Paulo: CORTEZ, 2002.

VYGOTSKY, Lev. S. A Formação Social da Mente. 4ª ed. São Paulo: Martins Fontes Editora Ltda, 1991.

WAJSKOP, Gisela. O Brincar na Educação Infantil. Caderno de Pesquisa, São Paulo, n. 92, p. 62-69, fev. 1995.

ZABALZA, Miguel A. Diários de aula: um instrumento de pesquisa e desenvolvimento profissional. Trad. Ernani Rosa. Porto Alegre: Artmed, 2004.


  • Leave a Comment