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O desenvolvimento do pensamento critico segundo Vygotsky


O desenvolvimento do pensamento critico segundo Vygotsy: Artigo enviado pelo nosso parceiro “Professor Marcos L Souza – Pedagogo – Psicopedagogo – Educador musical – Historiador.

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O desenvolvimento do pensamento critico segundo Vygotsky

“O pensamento pode ser comparado a uma nuvem descarregando uma chuva de palavras” (Vygotsky, 1934)

De que maneira o homem desenvolve e cria sua identidade cultural? Essa foi à indagação motriz que motivou o psicólogo russo L. S. Vygotsky (1896-1934) a desenvolver a teoria sócio-interacionista. O termo sócio interacionista é utilizado para explicar o desenvolvimento psicológico a partir a própria definição da palavra que é a interação do sujeito com o ambiente sócio-histórico-cultural. A intenção de Vygotsky era buscar respostas concretas quanto aos caminhos percorridos para o desenvolvimento dos processos mentais, a partir do entendimento da relação entre cultura e conhecimento. Neste sentido, Vygotsky elaborou uma pesquisa para a compreensão do desenvolvimento das funções mentais compreendendo como acontece esta aquisição e de que forma isso ajudaria na formação do caráter educacional da criança.

A obra de Vygotsky chegou ao Brasil ao final da década de 70 e somente na década de 80, décadas em que passou a ser conhecido e sua pesquisa estudada. Esta teoria não foi elaborada para responder questões referentes à pedagogia, mas apresenta sugestões claras para a educação trazendo apontamentos, por exemplo, quanto ao desenvolvimento da inteligência, enquanto produto da natureza social do homem e acerca da construção de novos conhecimentos desenvolvidos através das relações sociais. Ela aponta direcionamentos para a compreensão da não dicotomia dos aspectos sociais e individuais, já que a ação do indivíduo somente pode ser considerada a partir da ação entre pessoas e estas somente tornam-se sujeitos se coexistirem na interação social, a interação social (Troca de conhecimentos).

Lopes (1996) afirma que para Vygotsky, a criança nasce dotada apenas com as funções psicológicas elementares e que durante a sua aprendizagem social, essas funções elementares transformam-se em funções mentais superiores, como a consciência, o planejamento e a capacidade de deliberação. Estas transformações ocorrem a partir de conhecimentos adquiridos pelo meio, mas nunca diretamente dele, e sim, ocorre através de interação e mediação.

O termo mediação é amplamente discutido por Vygotsky e por estudiosos que trataram de seus estudos, conforme sugere Oliveira (1997), que entende por mediação o “processo de intervenção de um elemento intermediário numa relação; a relação deixa, então, de ser direta e passa a ser mediada por esse elemento” (p.26). Desta forma, qualquer aprendizagem ou elaboração desenvolvida pelo homem é mediada por outro elemento ou organismo externo a ele próprio. Cada nova aprendizagem e cada nova função psicológica superior têm característica própria por estar carregada de significados culturais, sociais e históricos particulares.

Para os teóricos sócio-interacionistas, o meio social, ou seja, fatores como: O Ambiente, a cultura local, a comunidade, são principais fatores do desenvolvimento psicológico. E a capacidade de abstrair diferentemente cada nova aprendizagem é que caracteriza a complexidade dinâmica do indivíduo, enquanto ser histórico-social.

Desta feita, o conceito de aprendizagem é de extrema importância para a teoria sócio-interacionista sendo assim definida: “… processo pelo qual o indivíduo adquire informações, habilidades, atitudes, valores, etc. a partir de seu contato com a realidade, de sua interação com o meio ambiente, com as outras pessoas”, implicando mediação e internalização do conhecimento mediado (OLIVEIRA,1997, p.57). Em seus tratados, Vygotsky sugere que a ideia de aprendizagem perpassa pela mediação do indivíduo com o meio físico e social em que vive.

O processo de aprendizagem está relacionado com o desenvolvimento humano porque o impulsiona, sendo “… um aspecto necessário e universal do processo de desenvolvimento das funções individuais culturalmente organizadas e especificamente humanas” (Oliveira 1997, p.56).

O sócio-interacionismo tem como primordial destaque o estudo da interação social como variável significativa para o funcionamento de processos psicológicos necessários na aquisição de novos conhecimentos através da aprendizagem. Segundo Souza (2001), compreender a forma que Vygotsky descreve a aquisição de novos conceitos seria uma boa maneira de perceber a importância do meio social e os processos de aprendizagem para o desenvolvimento do conhecimento. Souza afirma também que a aquisição de um novo conhecimento ocorre por meio da reestruturação do conhecimento existente. Podemos dizer que a construção da cultura se dá através da aquisição de novos conhecimentos por meio das relações sociais que o indivíduo realiza durante o seu desenvolvimento histórico e social, agregando valores indispensáveis para sua formação educacional da criança, principalmente nas séries iniciais da educação infantil.

O desenvolvimento do conhecimento crítico fundamenta-se no convívio com outras pessoas que são significativas e que auxiliam o processo de aprendizagem, possibilitando a continuidade do conhecimento humano, com isso Vygotsky enfatiza a importância do mediador no processo de aprendizagem, tornando-o papel indispensável para a formação educacional do ser humano.

É importante pontuar outro conceito bastante verificado em sua teoria, o desenvolvimento. Vygotsky, sempre tratou deste tema enquanto processo de interação com a aprendizagem, afirmando que são processos que comumente, ocorrem simultaneamente, mas independem um do outro, afirmando que os dois processos estão “… inter-relacionados desde o primeiro dia de vida da criança” (1984, p. 109).

Para o desenvolvimento, o aprendizado tem um papel central porque um não ocorre sem o outro, haja vista, que, o indivíduo possui processos de desenvolvimento movidos por mecanismos de aprendizagem acionados externamente e para que este processo ocorra de maneira satisfatória deve haver um intercâmbio entre informação genética e experiência real do meio socialmente constituído.

Desenvolver-se significa construir conhecimentos e saber utilizá-los. Seria passar de estágios de um desenvolvimento mental para outro, interagindo aspectos de maturação, biológicos e culturais, produzindo processos mentais superiores e agregando valores no decorrer desta jornada.

Na relevância do contato social para o desenvolvimento dos indivíduos, Vygotsky (1984) elabora três conceitos fundamentais: nível de desenvolvimento real (NDR), nível de desenvolvimento potencial (NDP) e zona de desenvolvimento proximal (ZDP). O nível de desenvolvimento real significa a capacidade de o indivíduo realizar tarefas independentes do outro, baseado no nível de conhecimento de que já dispõe. Nível de desenvolvimento potencial é a capacidade do indivíduo de conquistar novos conhecimentos, sob a influência de estímulos mediadores. Zona de desenvolvimento proximal é a capacidade de acesso ao conhecimento através do auxílio de mediadores. É ainda, o eixo da relação entre aprendizagem e desenvolvimento.

O aspecto social do desenvolvimento é central para a compreensão do sistema de atividades das funções mentais, sendo a fonte que estrutura todas essas atividades superiores, e estas aquisições são desenvolvidas pela via de pensamentos. É justamente por causa desta elaboração do pensamento que o relacionamento com o outro é fundamental para a aprendizagem.

A construção do pensamento sugere a interação de inúmeras habilidades cognitivas, que vão adquirindo maior complexidade à medida que ocorre o aprendizado da linguagem. Para Vygotsky (1987), a criança possui um pensamento complexo muito antes de adquirir a linguagem ‘social’ e por isso, a linguagem possui dois aspectos: o verbal (expresso no exterior) e o semiótico (significados atribuídos aos objetos, pessoas e situações).

Quanto à relação entre pensamento e linguagem, o estudo do pensamento sugere o estudo da linguagem e suas inter-relações, a análise das palavras e do pensamento e os seus significados, pois de acordo com Vygotsky (1987) “o pensamento tem que passar primeiro pelos significados e depois pelas palavras” (p.186).

A construção do pensamento humano realiza-se através da inter-relação sujeito-objeto, num processo dialético, porque o sujeito é influenciado pelo que lhe é externo e vice-versa.

A relação entre o pensamento e a palavra não é uma coisa fechada em si, mas sim, um processo. E esta relação processual é dinâmica, pois o sócio-interacionismo acredita que o funcionamento e desenvolvimento do pensamento estão relacionados com a capacidade de atribuir novos significados às “coisas” com as quais os indivíduos se relacionam.

A função social da fala é a comunicação, pois esta estabelece o intercâmbio entre as pessoas, então, pode-se aferir que a fala cumpre seu papel mediador, enquanto instrumento de socialização. Podemos nos indagar quais são os processos mentais ocorridos anteriormente à fala e à comunicação? Vygotsky (1987), afirma que tal indagação é pertinente, uma vez que “as formas mais elevadas da comunicação humana somente são possíveis porque o pensamento do homem reflete uma realidade de conceitos” (p.08). Assim, o pensamento é o reflexo da fala interior de cada indivíduo, inserido em seu momento histórico e social, estabelecendo concepções entre origem e causa para cada palavra pronunciada.

Para uma melhor compreensão da relação do pensamento e linguagem, a teoria sócio-interacionista, didaticamente denominou a ocorrência de dois processos mentais: o primeiro é chamado fala interior, que resumidamente, pode-se considerar como a fala para si mesmo e o segundo é a fala exterior que compreende a fala para os outros. E qual a relação dessas duas modalidades de fala para o desenvolvimento do pensamento? Segundo Vygotsky (1987), devemos considerar a fala interior em um processo invertido, ou seja, a fala interioriza-se em pensamento. Clarificando: no processo da fala interior as palavras morrem à medida que geram o pensamento. Então, supõe-se que o pensamento está num plano ainda mais interiorizado que a modalidade da fala interior.

Considerando o exposto anteriormente, pode-se sugerir que o pensamento cumpre seu papel dentro do processo mental, pois é ele, que atribui significado às palavras ditas. Então, esta característica do pensamento proposto por Vygotsky promove discussões como o sugerido por este artigo: avaliar o papel da mediação da prática docente para o desenvolvimento crítico do aluno.

Ao interagirmos com o mundo, neste processo adquirimos a partir dele, experiência concreta e simbólica através da nossa prática social viva e dinâmica. Deste modo, se interage com o mundo com tudo o que concretamente ele nos propicia: seus conceitos, cultura, tendências, tecnologias e outros. Vivemos a era da sociedade do conhecimento e a sociedade atual impôs um modelo de exigência tecnológica que teve reflexo dentro da sala de aula através das Novas Tecnologias da Comunicação e Informação (NTCI). É neste contexto que as novas tecnologias adquirem utilidade pedagógica, pois, segundo Masetto (2003), a tecnologia tem papel importante no processo educativo, desde que se apresente como facilitadora no processo de aprendizagem. As NTCI são ferramentas/instrumentos eficientes quando buscados com objetividade pedagógica corroborando positivamente no processo de ensino. Seja ele, universitário, ou não.

O papel do professor, como mediador pedagógico, procura fundamentar-se numa nova perspectiva em que os instrumentos de informações destacam-se cada vez mais, de modo que sua figura não se torne ultrapassada. O docente precisa adequar-se às novas tecnologias, não para ser manipulado por elas, mas para enriquecer o processo da aprendizagem. Nesta perspectiva, a educação se faz fundamental, oferecendo ao indivíduo oportunidades significativas de construção de conhecimentos e valores. E para tal tarefa, pode utilizar-se das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação como ferramenta com o objetivo de promover interação, cooperação, comunicação e motivação a fim de diversificar e potencializar as relações inter e intrapessoais, mediante situações mediatizadas, que venham a ressignificar o processo educativo e o sistema educacional” (SUANNO, 2003).

O professor assume uma nova identidade com a utilização das tecnologias dentro do processo educacional, pois o aluno terá um papel ativo no processo de aprendizagem, em busca dos mesmos fins – o ensino e a aprendizagem. Portanto, na aquisição do conhecimento, é preciso haver coerência entre as técnicas e os novos papéis do professor e aluno, além de estratégias que enfatizem o sujeito da aprendizagem (aluno) e o mediador (professor) para tornar favorável a participação dos alunos, a interação, a pesquisa, o debate, enfim, o trabalho coletivo que possibilita a construção do conhecimento humano.

O ‘papel’ do professor, como mediador, vai além de acrescentar novas tecnologias na ministração das aulas apenas como ‘incremento’, mas deve objetivar a dinâmica do processo de aprendizagem, impedindo a estagnação do conhecimento. As NTIC não substituem a presença do professor, mas é a figura deste mediador que se torna possível o conhecer em suas diversas nuances.

O professor possui a responsabilidade de se adequar, ‘abarcando’ novos conhecimentos e possibilitar que o seu aluno aprenda essas novas descobertas, portanto, o trabalho do professor não é ensinar, é fazer o aluno aprender. Aprender a pensar o mundo atual como ele se apresenta e oferecer ao aluno a oportunidade de manipular e discutir as novas criações humanas, argumentando, refletindo, raciocinando logicamente, atribuindo significados e adquirindo novos conceitos. Ainda mais, interagir com o mundo, pensando criticamente, enfim, criando cultura. Estes são papéis do docente, haja vista que a relação professor-aluno implica numa interação em que o professor possui a difícil ‘missão’ de mediar o conhecimento através de um caminho onde é o próprio aluno que alcança a atividade intelectual.

Libâneo (2005) acredita que o professor é “um parceiro mais experiente na conquista do conhecimento, interagindo com a experiência do aluno” (p.03), reforçando a ideia de mediação entre os seus conhecimentos e a de seus alunos, permitindo que o discente tenha a oportunidade de produzir a autonomia do seu pensamento. O docente deve incentivar o aluno a desenvolver a busca consistente de raciocínio visando uma maior produção de conhecimentos e conceitos mais elaborados e eficientes.

Assim, a aprendizagem é socialmente mediada, é uma experiência compartilhada, no qual, o sucesso do ensino dependerá da interação entre professor- aluno, mas principalmente, se o professor conseguir fomentar em seus alunos a capacidade destes em legitimar o conhecimento próprio, construindo novas habilidades intelectuais, desenvolvendo a autonomia de pensamento. Libâneo (2005) oferece apontamentos quanto à importância do aluno autônomo, quando sugere que o papel do professor é realizar atividades de aprendizagem para que o aluno torne-se sujeito de sua própria aprendizagem.

Esta postura de ensino é compatível com o proposto pela perspectiva de Vygotsky, pois ambas, concordam com a relevância da interação no processo do desenvolvimento do conhecimento. Apesar das particularidades de cada teórico acima citado, tanto um como os outros acreditam que durante o processo de ensino o professor somente obterá sucesso em sua missão se promover em sua prática à interação social dos conteúdos ministrados. Portanto, o processo de aprendizagem, implica em relacionar conhecimentos, reelaborando informações, para depois aplicá-los no mundo social.

Castanho (2001) no texto: “Sobre Professores Marcantes”, possibilita ressaltar as qualidades do docente e como ele consegue auxiliar o aluno a alcançar o pensamento crítico. Para esta relação sobreviver e manter-se frente às mudanças no mundo contemporâneo, é necessário haver prazer nessa interação, de modo a permitir que haja a mediação necessária do processo de aprendizagem. Esta autora traz uma citação de Snyders que contribui para o conceito da mediação presente no pensamento vigotskiano, transcrita a seguir: “ Snyders compara o professor a um intérprete, sendo sua função tornar a obra o mais acessível possível, o mais presente possível e o aluno têm necessidade de que um caminho tenha sido desbravado entre o que ele já sabe, sente, aquilo de que tem necessidade para sua própria busca e as novas contribuições. O professor pode ser esse mediador” ( p. 34).

O professor estimula a independência dos alunos criando condições para uma visão crítica da sociedade e de si mesmo, estimulam a participação, valorizam o diálogo, organizam o ensino, mas não se consideram os ‘donos do saber’, são autênticos e verdadeiros.

A maneira como o docente ensina está intimamente ligada à sua individualidade, citando uma frase do educador José Pacheco “ O professor não ensina o que diz, transmite o que é” , que por sua vez, não pode desconsiderar a individualidade dos seus alunos, pois cada um traz particularidades e vivências diferentes, refletindo no sucesso ou não do processo de aprendizagem. O docente possui um papel fundamental na educação, pois é o semeador do pensamento crítico dos futuros profissionais, que não são apenas tecnicistas, mas, sobretudo humanos. Apresentar uma prática que compartilhe seus sonhos, suas lutas, suas vitórias, seus dramas, aniquilando com paradigmas ultrapassados, reconstruindo novos preceitos, buscado atingir os ideais, incutindo a responsabilidade do homem sobre o outro e sobre o mundo que o acolhe, oferecendo possibilidades para que este se transforme em homem.

O sócio-interacionismo aponta-nos novos caminhos para a compreensão do desenvolvimento psicológico a partir da gênese social do indivíduo, tal desenvolvimento segundo esta teoria, somente pode seguir seu curso, caso ocorra à apropriação da cultura e de novas formas de conhecimento e das ações que o indivíduo realiza, constituindo assim suas características internas. Pereira concorda com este parecer quando relata que “… as funções psicológicas que surgem e se formam no plano da inter-relação, tornam-se internalizadas, isto é, transformam-se para constituir-se em funcionamento interno” (2005, p.01).

Desta forma, a aquisição de novos conhecimentos não se dá pela simples cópia ou imitação, mas sim pelo resultado das interações externas internalizadas que acometem o indivíduo no decorrer do seu desenvolvimento. Tais interações externas podem ser construídas no ambiente universitário, caracterizando este como o lócus fomentador destas interações e mediações.

É importante salientar que não existe um manual, um método a ser seguido pelos docentes que queiram atuar sob a perspectiva sócio-interacionista. Enquanto prática docente, os sócios-interacionistas refletirão, predominantemente diretrizes para o ensino. Utilizamos o termo “prática” porque neste já está implícita a ação, participação, interação, compreensão e mediação, pois o papel do docente é apoiar, facilitar o ensino, considerando as diferenças cognitivas, culturais e afetivas de seu discente, auxiliando na construção do pensamento crítico que permitirá ao aluno superar o conhecimento superficial, garantindo o “agir” crítico sobre todas as ações e relações que viver no e com o mundo.

Referências bibliográficas

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  1. E (Org.). Temas e Textos em Metodologia do Ensino Superior. Campinas, São Paulo: Papirus, 2001.

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LIBÂNEO, J. C. O Essencial da Didática e o Trabalho de Professor: Em Busca de novos Caminhos.

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Quem é o autor????? UNIVERSIDADE e Avaliação da Educação Superior. Encruzilhada, no Eixo das Reformas. In: CATANI, A. M (Org.). Novas Perspectivas da Educação Superior no Limiar do Século XXI. Campinas, São Paulo: Autores Associados, 1998.

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Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes,


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