Os melhores Ditados Populares


Confira uma lista feita pela USP com Os melhores Ditados Populares

Ditados populares são frases ou expressões consideradas sábias, porque são passadas de geração para geração e transmitem experiências e conhecimentos que podem ajudar pessoas mais novas a entenderem determinados comportamentos e acontecimentos.

A origem das expressões pode ser conhecida ou não, bem como pode ser incerta. As frases são faladas pela população em geral, independentemente da idade e da classe social.

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Os melhores Ditados Populares

1. A ambição cerra o coração
2. A pressa é inimiga da perfeição
3. Águas passadas não movem moinhos
4. Amigo não empata amigo
5. Amigos amigos negócios à parte
6. Água mole em pedra dura, tanto dá até que fura
7. A união faz a força
8..A ocasião faz o ladrão
9. A ignorância é a mãe de todas as doenças
10. Amigos dos meus amigos, meus amigos são
11. A cavalo dado não se olha a dente
12. Azeite de cima, mel do meio e vinho do fundo, não enganam o mundo
13. Antes só do que mal acompanhado
14. A pobre não prometas e a rico não devas.
15. A mulher e a sardinha, querem-se da mais pequenina
16. A galinha que canta como galo corta-lhe o gargalo
17. A boda e a batizado, não vás sem ser convidado
18. A galinha do vizinho é sempre melhor que a minha
19. A laranja de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite mata
20. A necessidade aguça o engenho
21. A noite é boa conselheira
22. A ocasião faz o ladrão
23. A preguiça é mãe de todos os vícios
24. A palavra é de prata e o silêncio é de ouro
25. A palavras (ocas|loucas) orelhas moucas
26. A pensar morreu um burro
27. A roupa suja lava-se em casa
28. Antes só que mal acompanhado
29. Antes tarde do que nunca
30. Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos o desamparam
31. Ao rico não faltes, ao pobre não prometas
32. As palavras voam, a escrita fica
33. As (palavras ou conversa …) são como as cerejas, vêm umas atrás das outras
34. Até ao lavar dos cestos é vindima
35. Água e vento são meio sustento
36. Águas passadas não movem moinhos
37. Boi velho gosta de erva tenra
38. Boca que apetece, coração que padece
39. Baleias no canal, terás temporal
40. Boa fama granjeia quem não diz mal da vida alheia
41. Boa romaria faz, quem em casa fica em paz
42. Boda molhada, boda abençoada
43. Burro velho não aprende línguas
44. Burro velho não tem andadura e se tem pouco dura
45. Cada cabeça sua sentença
46. Chuva de São João, tira vinho e não dá pão
47. Casa roubada, trancas à porta
48. Casarás e amansarás
49. Criou a fama, deite-se na cama
50. Cada qual com seu igual
51. Cada ovelha com sua parelha
52. Cada macaco no seu galho
53. Casa de ferreiro, espeto de pau
54. Casamento, apartamento
55. Cada qual é para o que nasce
56. Cão que ladra não morde
57. Cada qual sabe onde lhe aperta o sapato
58. Com vinagre não se apanham moscas
59. Coma para viver, não viva para comer
60. Com o direito do teu lado nunca receies dar brado
61. Candeia que vai à frente alumia duas vezes
62. Casa de esquina, ou morte ou ruína
63. Cada panela tem a sua tampa
64. Cada um sabe as linhas com se cose
65. Cada um sabe de si e Deus sabe de todos
66. Casa onde entra o sol não entra o médico
67. Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém
68. Cesteiro que faz um cesto faz um cento,se lhe derem verga e tempo
69. Com a verdade me enganas
70. Com papas e bolos se enganam os tolos
71. Comer e o coçar o mal é começar
72. Devagar se vai ao longe
73. Depois de fartos, não faltam pratos
74. De noite todos os gatos são pardos
75. Desconfia do homem que não fala e do cão que não ladra
76. De Espanha nem bom vento nem bom casamento
77. De pequenino se torce o pepino
78. De grão a grão enche a galinha o paparrão
79. Devagar se vai ao longe
80. De médico e de louco, todos temos um pouco
81. Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és
82. Diz o roto ao nu ‘Porque não te vestes tu?’
83. Depressa e bem não há quem
84. Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer
85. Depois da tempestade vem a bonança
86. Da mão à boca vai-se a sopa
87. Deus ajuda, quem cedo madruga
88. Dos fracos não reza a história
89. Em casa de ferreiro, espeto de pau
90. Enquanto há vida, há esperança
91. Entre marido e mulher, não se mete a colher
92. Em terra de cego quem tem olho é rei
93. Erva daninha a geada não mata
94. Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão
95. Em tempo de guerra não se limpam armas
96. Falar é prata, calar é ouro
97. Filho de peixe, sabe nadar
98. Gaivotas em terra, tempestade no mar
99. Guardado está o bocado para quem o há de comer
100. Galinha de campo não quer capoeira


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