O fonônimo BULLYING: Etiologia

O termo bullying passou a ser estudado em todo o mundo após pesquisadores e educadores de alguns países da Europa perceberem a forte ligação entre a violência vivenciada por alunos no ambiente escolar e uma série de ataques ocorridos nestas instituições de ensino, verificando de que maneira isso estava influenciando a vida dos jovens em idade escolar.

A busca pelo conceito e caracterização do fenômeno, culminou no presente termo, utilizado na língua inglesa para designar os conflitos e agressões que se mantinham durante muito tempo sobre um aluno que não apresentava resistência física ou psicológica.

Diante da dificuldade de encontrar uma tradução do termo para a língua portuguesa, estudiosos brasileiros optaram pelo seu uso em inglês, substantivo derivado do verbo bully, que significa “machucar ou ameaçar alguém mais fraco para forçá-lo a fazer algo que não quer”, definição proposta após o Massacre de Columbine (1999). Com o advento de pesquisas mostrando os seus efeitos trágicos, o Bullying passou a ser conhecido e divulgado pela mídia nacional. Somente em 2010, foram publicados mais de nove livros dedicados ao assunto, mostrando o destaque do tema junto aos pesquisadores.

Com o processo de popularização do termo Bullying, observamos que o mesmo vem sendo utilizado para designar outras formas de violência que ocorrem em locais que ultrapassam o ambiente escolar. Essa extensão do uso deste termo para além do universo educacional, parece prejudicar o entendimento da população sobre a real configuração do fenômeno e suas causas e consequências, que podem estar relacionadas desde a timidez, isolamento social e depressão, até o suicídio ou ainda o homicídio seguido ou não de suicídio, como no terrível caso do Massacre de Realengo (2011).

CONTINUA…

(TEXTO AUTORAL: SOESCOLA.COM)

Este texto faz parte do E-book Bullying, que está dividido em oito capítulos, sendo eles:

  1. – INTRODUÇÃO: um mergulho nesse universo obscuro.
  2. – O FÉNOMENO BULLYING: etiologia.
  3. – CONCEITO DE BULLYING: definições e contextualizações.
  4. – O CONCEITO DE CYBERBULLYING: ultrapassando as barreiras físicas.
  5. – A PRÁTICA DO BULLYING: causas e consequências.
  6. – MODUS OPERANDI NAS ESCOLAS: maneiras de praticar e 7 – seus protagonistas.
  7. – REDUÇÃO DO BULLYING: projetos e práticas.

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